sexta-feira, 27 de abril de 2012

RIQUEZAS... As riquezas de nada aproveitam no dia da ira, mas a justiça livra da morte. Prov. 11:4


RIQUEZAS...
As riquezas de nada aproveitam no dia da ira,
mas a justiça livra da morte. Prov. 11:4.

A expressão “o dia da ira” é mencionada muitas vezes na Bíblia. Refere-se ao dia final da história deste mundo. Ao acerto de contas do qual nenhum ser humano poderá fugir. Se o Universo teve um começo, é lógico que terá um fim.
Certo dia conversei com um grupo de adolescentes que usava folhas da Bíblia para embrulhar maconha. O líder me disse com soberba: “A vida é minha e eu faço o que quero com a minha vida.” Era verdade apenas em parte. Ele podia fazer o que desejasse com a vida, mas que a vida fosse dele era mentira.
A vida é um dom confiado por Deus ao ser humano. Junto ao dom da vida, Deus confiou-lhe o dom da liberdade. Somos livres para fazer escolhas e tomar decisões. Mas, tão certamente como estamos vivos hoje, teremos que prestar contas da maneira como administramos a vida.
No provérbio de hoje, o sábio Salomão adverte que no dia final haverá coisas que hoje valem e que naquele dia não servirão para nada. O dinheiro é uma delas. Quando Jesus esteve na Terra, perguntou: “Pois que aproveitará o homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?” Mat. 16:26.
Essa é a pergunta que deve determinar as prioridades. O dinheiro é bom e necessário. Ninguém precisa sentir-se culpado por ter dinheiro como resultado do trabalho honesto. As riquezas também são um dom que podem fazer maravilhas neste mundo, quando administradas com sabedoria.
O problema é fazer do dinheiro o grande objetivo da vida. Quando, por causa do dinheiro, o ser humano atropela princípios, esquece valores espirituais e agride a própria consciência, está no caminho errado. Não é feliz nesta vida e se dirige perigosamente a um final desastroso. Quando o Senhor chamar a todos para o acerto final de contas, será reprovado.
Não tenha temor de perder dinheiro por defender a justiça. Peça a Deus sabedoria para estabelecer prioridades na família, no trabalho e na vida em geral. Não enxergue só o que pode apalpar. Tente olhar além das coisas materiais, porque: “As riquezas de nada aproveitam no dia da ira, mas a justiça livra da morte.”

alejandro bullon

NÃO ME DESAMPARES Não me desampares, Senhor; Deus meu, não Te ausentes de mim. Sal. 38:21.



NÃO ME DESAMPARES
Não me desampares, Senhor; Deus meu,
não Te ausentes de mim. Sal. 38:21.
Naquela trágica tarde no Éden, Deus não ficou triste porque Adão e Eva tinham comido um fruto. Mas porque os filhos amados, que outrora corriam felizes aos braços do Pai, desta vez se esconderam dEle. O pecado tinha criado um abismo de separação entre o Criador e a criatura. Essa é a conseqüência mais cruel do pecado. E insta para que o ser humano viva apenas preocupado com a exterioridade do cristianismo.
A partir daquele dia, a humanidade começou sua corrida solitária pelo deserto da vida. O tempo se encarregaria de mostrar-lhe como é triste viver separado de Deus. Separação traz desintegração, e desintegração, morte.
No Salmo 38, Davi descreve as conseqüências visíveis do pecado. “Não há parte sã na minha carne, por causa da Tua indignação; não há saúde nos meus ossos, por causa do meu pecado.” Sal. 38:3. Ele chora. O pecado afeta a vida física do homem. Apaga o desejo de viver que gera endorfinas, alimento das células do corpo. A vida perde sentido. A criatura deixa de viver e apenas existe.
“Tornam-se infectas e purulentas as minhas chagas, por causa da minha loucura” (Sal. 38:5), Davi continua – e com esse lamento descreve o que a consciência é capaz de fazer na mente do pecador. “Como pude fazer esta loucura!”, desespera-se o pobre pecador, logo que o fascínio da tentação acaba. Mas já é tarde. As conseqüências sociais do erro aparecem como “setas” ferindo a alma. “Os meus amigos e companheiros afastam-se da minha praga, e os meus parentes ficam de longe.” Sal. 38:11.
Tristeza, desolação. Abandono. Autocondenação. Facas afiadas que ferem até sangrar. Davi sabia bem o que era isso. Mas de todo o Salmo, escolhi apenas o verso 21: “Não me desampares... Não Te ausentes de mim.”
Ah, coração rebelde! Quando as luzes ofuscantes da tentação vierem à tua vida, pensa um pouco no mundo de escuridão e frio que envolve o coração por causa do pecado, olha para cima e clama com todas as forças do teu ser: “Não me desampares, Senhor; Deus meu, não Te ausentes de mim.”

alejandro bullon

ESTRELAS FUGAZES Quando sobem os perversos, os homens se escondem, mas, quando eles perecem, os justos se multiplicam. Prov. 28:28.


Adolf Hitler teve um sonho. Acreditava numa etnia superior e tentou conquistar o mundo dos seus dias para estabelecer a superioridade dessa etnia. Sua corrida louca não teve escrúpulos. Matou, arrasou e destruiu. Mas, como todo mortal, Hitler também chegou ao fim.
Esta é a sentença divina. A criatura não tem para onde fugir. O tempo de vida recebido de Deus pode ser usado para construir ou destruir. O dom da liberdade pode dar lugar à perversão ou à justiça, mas a morte é inevitável. Como a noite sucede ao dia, como o verão vem depois da primavera, a morte chega, colocando um ponto final a qualquer intenção humana.
A brevidade da vida e a certeza da morte são dois motivos poderosos para viver com sabedoria, administrando com prudência cada pensamento, sentimento e ação.
A história universal tem uma longa lista de gente que ignorou o conselho de Salomão. Homens e mulheres que acreditaram serem eternos. Foram temidos em vida, perseguiram, humilharam e pretenderam tirar Deus do cenário. Hoje, a história registra o nome dessas pessoas como estrelas fugazes. Brilharam com intensidade por algum tempo e logo se desvaneceram e se perderam no pó da história.
O pior de tudo é que, por mais que a morte seja desagradável, no caso dessas pessoas foi um presente misericordioso de Deus. A vida que elas viviam não era vida. A morte para elas foi o ponto final de uma história de desespero, loucura e obsessão.
A felicidade de uma pessoa e a realização de qualquer sonho dependem da correta relação que ela tem com o seu Criador. O ser humano é apenas uma peça. Nenhuma peça funciona fora do seu lugar.
Quando a criatura pretende ser Deus, torna-se perversa. Os resultados são sonhos loucos e devaneios assustadores. Por isso, faça de hoje um dia de estreita comunhão com Deus, porque: “Quando sobem os perversos, os homens se escondem, mas, quando eles perecem, os justos se multiplicam.”

alejandron bullon

PEREGRINOS RUMO AO LAR O justo jamais será abalado, mas os perversos não habitarão a Terra. Prov. 10:30.

e você nunca esteve longe de casa, será difícil entender o valor da esperança. Israel era um povo peregrino, alimentado pela esperança. Desde a promessa feita a Abraão, Israel sempre sonhou com herdar a terra e habitar nela. A promessa cumpriu-se em certa medida, porque um dia eles chegaram e conquistaram a terra de Canaã. Mas, infelizmente, eles não permaneceram lá.
Salomão fala hoje para os peregrinos de nossos dias. Diante das adversidades, dificuldades e conflitos diários, somos alimentados pela bendita esperança de que não ficaremos neste mundo para sempre. Nesta vida tudo é transitório e passageiro. Somos peregrinos rumo ao nosso verdadeiro destino.
A “Terra” que Deus promete hoje aos Seus filhos não está neste mundo. Há um Céu, uma vida melhor, um paraíso. Parece utopia falar dessas coisas em pleno século 21. O pragmatismo que permeia a cultura de nossos dias se recusa a aceitar o paraíso como uma realidade. Mas as Sagradas Escrituras afirmam enfaticamente que o Céu existe.
No verso de hoje, declara-se que são os justos que entrarão na nova Terra. Em outra parte, Salomão menciona duas características dos que um dia habitarão lá: retidão e integridade (Prov. 2:21). Esses aspectos do caráter têm a ver com a maneira como as pessoas agem diante das circunstâncias.
As coisas são como são, não como eu imagino que devam ser. A noite é noite por mais que eu amontoe toneladas de luz artificial. Quando a pessoa não aceita a realidade da vida, inventa um estilo de conduta ambíguo. Cria os seus próprios padrões, disfarça, aparenta e divide seu mundo interior a ponto de inabilitar-se para desfrutar vida plena. Perde a retidão e a integridade.
Um coração dividido, uma mente cerceada, um corpo com um pé indo para a direita e o outro para a esquerda, criam seu próprio inferno na Terra. As labaredas da consciência dividida atormentam a pessoa de dia e de noite. Para ela, não existe esperança de um mundo melhor, nem aqui e nem no Céu.
Vale a pena cultivar valores, porque “o justo jamais será abalado, mas os perversos não habitarão a Terra”.
alejandro bullon

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

DEUS AMA A JUSTIÇA‏

És rei poderoso que ama a justiça; Tu firmas a eqüidade, executas o juízo e a justiça em Jacó. Sal. 99:4. Está triste porque alguém cometeu uma injustiça contra você? Pense no conselho bíblico de hoje. Vivemos num mundo de injustiças. Volta e meia você se depara com situações que revoltam o seu espírito. Os juízes erram. Nem tanto por incapacidade, mas pela fragilidade das leis humanas. Quem tem dinheiro paga advogados espertos, que pegam uma letra da própria lei para burlar a justiça. Essa cultura de injustiça que permeia nossa cultura nos torna, de alguma forma, também injustos. Quem não tenta obter vantagem de alguma circunstância? Quem não se vê tentando driblar, “de leve”, as normas estabelecidas para a convivência sadia da sociedade? O poder torna as pessoas mais injustas. Alguém disse: “Se você quer conhecer de verdade uma pessoa, entregue-lhe o poder.” E é verdade. O poder confunde, ofusca a visão, distorce o caráter. Ou, talvez, cria as condições para que a verdadeira personalidade se revele. No texto de hoje, o salmista menciona Deus como fonte de poder, justiça e eqüidade. Deus é a fonte de justiça verdadeira. É impossível exercer justiça sem o temor de Deus. Inútil querer praticar a justiça, separado de Deus. Distante de Deus, o poder torna a pessoa injusta, abusiva e arbitrária. Qualquer poder que não provém de Deus é destrutivo e subjugador. O verdadeiro líder não é aquele que exerce poder sobre seus liderados. Mas aquele que administra o poder para fazer felizes as pessoas. Estas o seguem voluntariamente. Foi assim que Jesus conquistou o coração da humanidade. O fato de ser Deus lhe daria direito a obrigar todo o mundo a segui-Lo, mas Ele morreu como servo. E, com a Sua morte, conquistou multidões. De um punhado de seguidores, na hora da Sua morte, nasceram os milhões que hoje O seguem espontaneamente. Para que serve o poder nas mãos? Que tipo de líder é você? Para onde vai? O que pretende? Quais são os objetivos de sua vida? Antes de iniciar suas atividades hoje, diga a Deus em seu coração: “És rei poderoso que ama a justiça; Tu firmas a eqüidade, executas o juízo e a justiça em Jacó.” Alejandro Bullón www.ministeriobullon.com

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

O CÍRCULO ÍNTIMO DE JESUS‏

Porque o Senhor abomina o perverso, mas aos retos trata com intimidade. Prov. 3:32. Atina Onasis, a mulher mais rica do mundo, casou-se outro dia com um brasileiro. A cerimônia e o banquete foram íntimos, apenas para os amigos mais chegados. Tinha gente que teria pago qualquer soma de dinheiro para conseguir um convite e depois dizer que pertencia ao círculo íntimo do famoso casal. Quem não se sentiria bem pertencendo ao círculo íntimo de uma celebridade? Deus também tem seu círculo íntimo formado por Seus favoritos, e isto não é injustiça. Injusto seria se Ele escolhesse quem serão Seus favoritos. Mas Deus não os escolhe. São as pessoas que escolhem viver uma vida de sabedoria e retidão e, como resultado dessa decisão, ingressam no círculo de intimidade do Senhor. No verso de hoje, Deus, o Rei do Universo, o Criador dos Céus e da Terra, convida a todos os seres humanos para fazer parte desse círculo. A retidão é “o convite” que todos devem apresentar para poder ingressar. Retidão, não como fruto do esforço humano ou da disciplina interior, mas como resultado de escolher voluntariamente fazer parte do grupo daqueles que buscam a Jesus. Na Bíblia, retidão, boa conduta ou santidade nunca são apresentadas como resultado da autodisciplina. Frutos humanos são de plástico. Imitações baratas, cópias grotescas que satisfazem apenas o ego desequilibrado da criatura. Na Bíblia, santidade é o resultado do companheirismo diário com Jesus. É Jesus quem perdoa, transforma e conduz o pecador, tirando-o do pó e levando-o finalmente a refletir o Seu caráter. Quando os anjos, na porta do salão do banquete, vêem aproximar-se alguém do círculo íntimo de Deus, não precisam sequer solicitar o convite. O rosto é familiar, a pessoa é conhecida, porque todos os dias separa tempo para orar e meditar na Palavra de Deus. Em contrapartida, o Senhor “abomina o perverso”, diz o verso de hoje. Perverso é o homem que sempre andou nos seus próprios caminhos, sem levar em consideração os conselhos divinos. Hoje, pode ser um dia de intimidade com Jesus. Vá com Ele pelos caminhos que a vida lhe apresentar e lembre-se: “O Senhor abomina o perverso, mas aos retos trata com intimidade.” Alejandro Bullón www.ministeriobullon.com

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

REVERTA AS INJUSTIÇAS‏

Não tenhas inveja do homem violento, nem sigas nenhum de seus caminhos. Prov. 3:31. Andar pela Madrilense, rua de Atocha, foi uma experiência emocionante para mim porque foi na gráfica de Juan de la Cuesta, que estava localizada nessa rua, onde se imprimiu o primeiro exemplar de El ingenioso hidalgo don Quixote de la Mancha, a segunda obra mais vendida no mundo, depois da Bíblia. O autor dessa obra, Miguel de Cervantes Savedra, foi soldado, e ninguém poderia imaginar que um dia se converteria no maior escritor da língua hispana. Como aconteceu essa transformação? Cervantes foi soldado do rei da Espanha durante sete anos na Itália, onde não poupou esforço para defender a coroa de Sua Majestade. Em 1575, sempre a serviço do rei, lutou na batalha de Lepanto, na Grécia, e perdeu a mobilização do braço esquerdo, razão pela qual foi conhecido depois como o maneta de Lepanto. Assim mesmo, continuou defendendo o rei por mais quatro anos. Nesse tempo, os piratas o seqüestraram e ele foi escravo dos turcos muçulmanos em Argel. Destruído pela guerra, retornou à Espanha e solicitou ao rei um cargo nas colônias das Américas. Naqueles tempos, os cargos públicos eram uma espécie de favores que se davam a pessoas conhecidas. Como Cervantes não era nem protegido nem tinha dinheiro, descobriu que era ingenuidade sua pensar que receberia alguma nomeação por seus méritos nos campos de batalha. A essa altura da vida, poderia ter abrigado no seu coração “inveja dos homens violentos” e, conseqüentemente, poderia ter-se entregado a uma vida de lamúrias, amarguras e queixas. Não o fez. Escreveu a famosa obra O Quixote, e embora pessoalmente nunca tenha chegado às Américas, a sua obra-prima sim. Não só à América, mas ao mundo todo, em inúmeras línguas. Eu li a sua obra, quando era um garoto de apenas treze anos. Você nunca vai entender por que os maus prosperam, mas não tenha inveja deles nem desanime por causa “de seus caminhos”. Olhe para frente e, em nome de Jesus, reverta as “injustiças” que fizerem contra você. Siga o conselho do sábio: “Não tenhas inveja do homem violento, nem sigas nenhum de seus caminhos.” Alejandro Bullón www.ministeriobullon.com